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Indicação sugere capina química das ruas, com utilização de herbicida (Glifosato)

Escrito por André Luiz Ferreira EM .

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A Prefeitura recebeu na tarde desta quarta-feira (22) a Indicação nº 41/2017, de autoria do Vereador Leandro Prock Valério, que sugere à Prefeitura “realizar a capina química com a utilização de Glifosato (herbicida), para o controle das plantas daninhas de folhas largas e estreitas”.

 

“O uso da capina química com herbicidas se constitui na atividade de controle das plantas daninhas, com propriedades capazes de manter as áreas tratadas limpas por longos períodos de tempo, com garantias de segurança ambiental. O glifosato,  N-(fosfonometil) glicina, é um herbicida sistêmico e não seletivo que está registrado no Brasil desde o final da década de 70 e é utilizado para controlar plantas daninhas em vários ambientes, culturas e usos não agrícolas como acostamento de estradas de rodagem e ferrovias, controle de vegetação em baixo de linhas de transmissão, etc. Assim, os herbicidas à base de glifosato têm sido utilizados na agricultura mundial há mais de 30 anos e na brasileira há mais de 25 anos, onde começou a ser utilizado em 1978 e posteriormente produzido em 1984. O glifosato foi extensivamente avaliado em estudos de toxicidade para mamíferos, ecotoxicidade e destino ambiental para dar suporte aos registros desse herbicida em vários países, sendo registrado em mais de 130 países para uso em ambientes agrícolas e não-agrícolas. A conclusão dessas análises é que o uso comercial de glifosato não representa risco para o meio ambiente ou para humanos e animais quando utilizado de acordo com o registro de uso e as recomendações contidas na bula e no rótulo do produto. Em decorrência dos inúmeros problemas causados pelas plantas invasoras, a remoção destas através do uso de herbicidas é a forma mais recomendada devido às referidas peculiaridades destas plantas.  O fator mais importante decorrente desta técnica é a redução de custos associado à redução de problemas com mão de obra. É importante ressaltar que, de alguma maneira, a preservação ambiental interessa à toda sociedade, e tal diretriz deve nortear todos os envolvidos no uso de agroquímicos. É fundamental que sejam utilizados produtos cientificamente seguros ao meio ambiente, legalizados e aplicados com tecnologia correta e por pessoas devidamente treinadas. Para reforçar essa ideia, é preciso elencar os vários problemas em áreas onde há o acúmulo de lixo encoberto por plantas daninhas, dentre eles: dificulta a varrição de ruas e calçadas assim como a manutenção dos meios fios, entupimento de galerias pluviais; habitat para roedores e insetos transmissores de doenças. Pelas razões aqui expostas, espero o apoio do Executivo Municipal na aceitação da presente proposta, certo de que será de grande benefício para a comunidade”.

 

Votação:

Votaram a favor da proposição a Vereadora Lourdes Silva de Souza, bem como os Vereadores Rodrigo José de Carvalho, Hamilton Pires de Rezende, Nevitom Borges da Costa, Carlos César de Castro, Edvaldo Lira da Silva, Paulo Henrique Furtado, Gilson Cezar Prok e João Paulo Baena Alves. Ausente à sessão, o Vereador Guilherme de Souza Serrano. O Presidente da Câmara Leandro Prock Valério, por força regimental não vota, uma vez que não houve empate.